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CPI do 8 de Janeiro: Ramagem revê papel da PF em novo relatório, mas governo continua insatisfeito

O deputado federal Delegado Ramagem (PL-RJ) revisou o relatório da CPI do 8 de Janeiro, alterando o papel da Polícia Federal nas investigações, mas o novo texto ainda gera insatisfação dentro do governo.

CPI do 8 de Janeiro: Ramagem revê papel da PF em novo relatório, mas governo continua insatisfeito

O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do 8 de Janeiro, Delegado Ramagem (PL-RJ), apresentou uma nova versão do relatório final que altera a forma como a Polícia Federal (PF) é retratada nas investigações sobre os atos golpistas ocorridos em Brasília. A mudança busca suavizar críticas à corporação, mas ainda não atende às expectativas do governo federal, que vê o texto como politicamente motivado.

Revisão do papel da PF

Na versão anterior do relatório, Ramagem havia apontado supostas falhas e omissões da Polícia Federal na condução das investigações e na contenção dos atos extremistas. No novo texto, o relator reconhece o trabalho da PF, mas mantém críticas à condução de algumas operações e à atuação de setores específicos da corporação.

A mudança foi interpretada como uma tentativa de reduzir tensões com a base governista, que vinha pressionando por um relatório mais equilibrado e menos politizado.

Reações no Congresso

Apesar da revisão, parlamentares ligados ao governo continuam insatisfeitos com o conteúdo do relatório. Eles alegam que o texto ainda minimiza a gravidade dos ataques às instituições democráticas e protege aliados políticos envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

A votação do relatório final está prevista para os próximos dias, e a expectativa é de que haja resistência da base governista, que pode apresentar um voto em separado com uma versão alternativa do documento.

Contexto político

A CPI do 8 de Janeiro foi criada para investigar os ataques às sedes dos Três Poderes, ocorridos em Brasília no início de 2023. O relatório de Ramagem tem sido alvo de polêmicas desde sua primeira versão, por supostamente ignorar evidências contra figuras da extrema direita e criticar instituições como o STF e a PF.

Conclusão

Mesmo com alterações no texto, o relatório da CPI do 8 de Janeiro continua sendo um ponto de tensão entre o Congresso e o governo. A revisão do papel da Polícia Federal mostra uma tentativa de conciliação, mas o impasse político permanece, e a votação promete ser acirrada.Se quiser, posso montar uma linha do tempo dos principais eventos da CPI ou um resumo comparativo entre os diferentes relatórios apresentados. Deseja isso?

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